"Ela conseguia olhar para cadáveres e interrogar estupradores violentos, já tinha levado cusparadas e sido ameaçada com uma faca, mas viver no mundo real, como membro da sociedade, isso a aterrorizava."
"Os detalhes do caso cresciam e se emaranhavam na cabeça de Érika como uma gigantesca cama de gato. Em algum lugar havia um elo perdido, algo que pudesse ligar o homem que tentou matar Erika a todas as outras mortes."

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